Mi falando:

Vamos ver se isso me ajuda a ficar mais calma! hahahahahah

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Que as pessoas são diferentes umas das outras não é novidade pra ninguém, certo?
Mas o que exatamente faz duas pessoas serem atraídas uma pela outra? Não necessariamente num sentido maior que a amizade em si, mas se ninguém é igual qual o critério para sermos interessantes?
É engraçado como esse mecanismo funciona, eu posso gostar de você pelo seu sorriso, por você se vestir de certa forma, pelo tipo de música que você escuta, pela sua espontâneidade, talvez simplesmente pelo seu jeito de lidar com as pessoas... Quem sabe simplesmente pelo momento em que trombamos um olhar! Nem sempre a primeira impressão da pessoa é a que devemos levar em conta, apesar de quase sempre ela trazer um traço forte da personalidade em questão. Mas até que tenhamos uma segunda, a primeira é a única impressão, certo?
Nós passamos impressões aos que estão a nossa volta o tempo inteiro - veja bem, não estou dizendo que devamos ser paranóicos ou agir divergentemente por isso - mas as interpretações variam e nunca serão todos que se identificam ou simplesmente têm algum interesse, por mais mísero que seja. A dúvida, pelo menos desse lado da telinha, seria qual o critério? Por que não basta, muitas vezes, sermos nós mesmos? Ou mesmo basta, mas só para alguns? Claro que já que pensamos de maneiras distintas essas coisas de atração são facilmente explicáveis, mas o processo me fascina.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

o soco bate e volta na parede
o eco soa cada vez mais em alto som
os músculos já não aguentam
quanto mais falta para o muro rachar?
o muro é forte, mas está triste

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Como eu poderia, qualquer dia da minha vida, suspeitar que a minha área não era a de comunicação?
A maneira como eu me senti em casa ontem foi inexplicável. Ao olhar para os lados eu via tanta gente diferente.. e conversa após conversa eu tive certeza: eram várias Michellinhas e Michellinhos. Interessante, intrigante, impressionante.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Algum de vocês já parou para pensar que nossa vida é absolutamente única?
O conjunto: as pessoas que conhecemos, os lugares pelos quais passamos, os amores que vivemos, as dificuldades que abalam nosso dia-a-dia; motivos diferentes nos fazem sorrir. É alucinante pensar que pessoas diferentes participam da nossa vida o tempo inteiro...
Como eu poderia deixar de ser apaixonada por pessoas? Como não ficar intrigada, curiosa? A minha sede insaciável de descobrir como e porque a cabeça dos outros gira tão diferente da minha me faz ficar maravilhada com as descobertas. Pessoas.
E agora, numa faculdade de comunicação? Teria eu encontrado meu lugar? Quantas pessoas fascinantes eu irei encontrar? Aguardo essa semana com ansiedade.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Só um começo...

Fiz esse blog para tentar recriar o hábito de escrever.
Há uns três anos atrás eu escrevia direto, mas parece que fui arranjando outras coisas para fazer e deixei isso de lado... Mas já que eu gostava MUITO de escrever, vou tentar dar um jeito.
Quando eu tinha uns 16 anos eu escrevia sempre, sobre tudo e qualquer coisa que viesse na cabeça – sobre amigos, intrigas, namorados, vontades, sobre o dia ou sobre qualquer coisa simplesmente. Eu chamava meus escritos de “desabafos” e aquilo realmente me ajudava. Lembro-me direitinho de um desabafo: eram 7 horas da manhã de uma segunda-feira de 2005 ou 2006, mas é o seguinte, eu posso até estar acordada a essa hora, mas ainda estou em alfa... Eu estava no meu caminho para o colégio. Comecei a reparar nas rachaduras dos prédios da minha rua, são todos muito velhos e o tempo fez com que parecessem podres. Meu olhar foi baixando lentamente até encontrar, na minha frente, um outro olhar. Aquele olhar sem expressão alguma pesou em mim e eu me senti muito mal. Atravessei a rua até a casa da Mirela, como todos os dias eu fazia, para esperar ela descer. Quando encostei no portão da casa, um homem dobrou a esquina e começou a descer, na direção em que eu me encontrava. Fiquei observando, ele parecia tão adoecido! Enquanto ele cruzava a minha frente, muitas dúvidas se passavam pela minha cabeça; Seria ele casado? O que será que ele fazia? Será que gostava do trabalho? Teria ele recebido alguma notícia naquela manhã? Muitas perguntas desconexas corriam a minha mente, quando de repente ele olhou pra mim. Foi como uma sacudida, mas antes que eu pudesse entender o que havia acontecido, ele se virou e seguiu seu rumo. Nunca mais esqueci aquele homem.
Escrever é uma maneira muito eficiente de colocar o que pensamos pra fora, sem ocupar ninguém ou preocupar alguém com nossos problemas, que na verdade só interessam à nós mesmos. Sempre adorei escutar aos outros, até porque os outros realmente adoram falar e falar e falar e ah, sim, serem ouvidos; e, na maioria das vezes, não se importam muito com quem está de ouvinte. Acho de verdade que esse é um dos principais problemas do ser humano: não saber diferenciar a hora de falar da hora de ouvir. Todos poderíamos passar horas falando sobre nossa própria vida, mas a grande questão é: seríamos um verdadeiro porre. Saber ouvir o que os outros têm a dizer além de ser admirável é o que nos torna interessantes.
Faz muito tempo que não escrevo algo, vou voltar aos pouquinhos... Talvez algumas coisas estejam meio confusas ou sem sentido, mas com o tempo eu vou melhorando!
É isso aí..

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Calma!

Agora dá 2p pra eu entender o que eu acabei de fazer.